sábado, 20 de março de 2010

RINITE ALÉRGICA

Uma em cada 7 pessoas apresenta rinite alérgica, tanto adulto quanto criança e é definida como uma irritação e inflamação crônica ou aguda nos olhos, nariz e garganta. É desencadeada por alguns agentes alérgicos como a poeira da casa, cabelo, pêlo, saliva de cachorros, penas, entre outros, e pode aparecer em qualquer época do ano.

Sintomas

Os sintomas são produzidos pela inflamação nas mucosas.
  • Espirros persistentes, coriza e vias nasais inchadas;
  • Olhos vermelhos, com prurido e escorrendo água;
  • Garganta seca e coçando;
  • Coceira na pele;
  • Dor de cabeça;
  • Algumas vezes, vômito.


Não se sabe por que algumas pessoas são sensíveis a determinados agentes alérgicos, mas quando um desses agentes causadores dessa alergia entra no nariz, na garganta ou nos olhos de alguém suscetível, o corpo reage inicialmente desenvolvendo um estado de sensibilidade para depois responder liberando histaminas de combate ou outros compostos inflamatórios nas regiões afetadas.

Como evitar ...
  • Descobrir a que você é alérgico para que se mantenha afastado;
  • Quando a quantidade de pólen está muito alta, as pessoas alérgicas devem permanecer em ambientes fechados, principalmente entre 5 e 10 horas da manhã;
  • Ao voltar para dentro de casa, lavar o cabelo;
  • Usar spray nasal, pois é eficaz na prevenção dos sintomas;
  • Manter o ar condicionado do carro e de casa limpos;
  • Evitar a fumaça e outros agentes irritantes;
  • Deixar a casa à prova de alergia, removendo parte do carpete (ou todo) da casa, bem como objetos e adereços almofadados e macios, manter o chão e os móveis sem poeira, não usar travesseiros de pena, envolver o colchão com plástico e lavar as roupas frequentemente.
Tratamento
  • Eliminar a causa do desconforto;
  • Uso de antihistamínicos;
  • Inalantes à base de cortisona;
  • Spray nasal;
  • Injeções para dessensibilizar o organismo contra alergênicos específicos e permitir que o corpo os tolere melhor.
REFERÊNCIAS
O GUIA COMPLETO DA SAÚDE, 2ª Edição, 2007 ;

Postado por: Mônica Kallyne

JET LAG

O jet lag pode ser definido como uma desorientação nos padrões de sono e distúrbio nos ritmos normais do organismo que são sentidos após viagens longas de avião. Afeta, também, trabalhadores noturnos, militares e outras pessoas que mantêm horários irregulares.
Sua causa está associada ao fato de que nosso organismo funciona de acordo com um ritmo circadiano inato. Esse relógio biológico regulariza praticamente todas as funções fisiológicas do organismo. Então, ao viajar de um fuso horário para outro, o ritmo particular que o organismo possui para o dia e para a noite é repentinamente tirado de sua sincronia pelo novo dia e nova noite. Por isso, quanto mais os fusos horários forem cruzados, pior será o jet lag.

Sintomas
  • Fadiga externa;
  • Sonolência durante o dia;
  • Insônia;
  • Distúrbios gastrintestinais;
  • Dores de cabeça;
  • Concentração, habilidade atlética e forças enfraquecidas.
O jet lag não pode ser completamente controlado, mas é possível reduzir sua gravidade através das seguintes soluções:

  • Tentar ir para a cama e levantar uma hora mais cedo ou mais tarde, dependendo de para onde vai viajar, durante três dias antes da viagem longa;
  • Quando estiver viajando, evitar qualquer coisa que possa atrapalhar o sono;
  • Preparar-se para descansar a bordo;
  • Quando chegar em um novo fuso horário, tentar se ajustar o mais rápido possível aos novos horários de alimentação e sono;
  • Expor-se à luz do dia após uma viagem longa.
REFERÊNCIAS:
O GUIA COMPLETO DA SAÚDE, 2ª Edição, 2007.

Postado por: Mônica Kallyne

domingo, 14 de março de 2010

RESSACA: Como sobreviver ao dia seguinte.


A ressaca é a reação do organismo ao expelir o álcool do organismo. Mas nem todo mundo fica de ressaca; a susceptibilidade individual varia. A combinação genética e os aspectos psicológicos influenciam na ressaca.
Alguns têm ressaca porque bebem demais, outros simplesmente porque bebem mal, ou seja, consomem álcool com o estômago vazio, misturam bebidas e ultrapassam seu limite pessoal.

O que causa a ressaca?
O organismo leva cerca de duas horas para queimar cada 28 ml de álcool puro (quantidade de álcool em um drinque) na corrente sanguínea. Como o álcool é expelido do sangue nesta proporção, um drinque por hora aumenta os níveis de álcool do organismo. Assim, as pessoas de tamanho médio não precisam beber muito para ficarem de ressaca. O grau da ressaca depende da quantidade de álcool ingerido.

Sintomas
  • Dor de cabeça, às vezes severa;
  • Boca seca e muita sede;
  • Acidez no estômago, náusea, possível vômito;
  • Fadiga;
  • Irritabilidade;
  • Dificuldade de se concentrar.
Alguns sintomas da ressaca são provocados pelo restante do álcool no sangue. Outros ainda ocorrem após o nível de álcool no sangue ter voltado a zero. A desidratação ocorre devido o álcool agir como um diurético, estimulando os rins a eliminar mais água do que a que está sendo consumida.
A ressaca melhora com o passar das horas. Na verdade, o tempo é o remédio mais eficaz para curar uma ressaca, mas há muitas alternativas que você pode experimentar para acelerar ou tornar mais tolerável o processo. Vamos a algumas delas:
  • Tomar analgésicos, como aspirina, ibuprofeno, naproxeno e acetaminofen;
  • Preparar uma bolsa de gelo e aplicar sobre a testa por, no máximo, 20 minutos;
  • Tomar bastante água, pois diminui a desidratação;
  • Tomar café, pois pode fazer com que você vomite.
CURIOSIDADES
  1. Uma noite de sono pode curar a ressaca? Não, pois estudos realizados na Suécia afirmam que, após uma noite de consumo de bebidas pesadas, a capacidade das pessoas dirigirem diminui em 20% na manhã seguinte, apesar do nível de álcool no sangue ter voltado a zero. O poder de discernimento e de desempenho são afetados quando as pessoas estão sob a influência do álcool, podendo continuar prejudicados também no dia seguinte.
  2. A ressaca pode ser curada com a ingestão de mais álcool? Não, pode até combater os sintomas a curto prazo, mas uma hora o nível de álcool no organismo vai ter que se reduzir.
  3. Uma colher de azeite de oliva antes de começar a beber evita a ressaca? Pelo fato do azeite ser um alimento, ajuda a evitar a rápida entrada do álcool no sangue. Mas tomado puro pode provocar enjôo. O melhor é usá-lo como tempero de uma salada de batatas, carboidrato que ajuda a processar a bebida.
  4. Fumar durante o consumo de álcool piora a ressaca? Sim, pois o álcool e fumo formam uma dobradinha imbatível. Mesmo quem fuma moderadamente aumenta a quantidade de cigarros quando está bebendo. E, quanto mais nicotina, menos oxigênio no sangue. Daí o processo de intoxicação pela bebida alcoólica é mais rápido.
REFERÊNCIAS:
O GUIA COMPLETO DA SAÚDE, 2ª Edição, 2007.

Postado por: Emerson Oliveira





sábado, 13 de março de 2010

ENJÔO DE VIAGEM

Ocorre quando à perda de equilíbrio em algumas pessoas durante viagens de carro, ônibus, trem, avião ou até mesmo em determinados brinquedos nos parques de diversão. Esse problema é mais comum em crianças entre 2 e 12 anos de idade, mas adultos podem ser acometidos por essa indisposição.

Sintomas:

  • Palidez;

  • Transpiração;

  • Náusea e vômito;

  • Tontura;

  • Perda de apetite.


O que causa essa indisposição é uma mistura de sinais para o cérebro, uma divergência entre o que os olhos vêem e o que o corpo sente. O problema ocorre no ouvido interno, que tem um líquido que se movimenta nos canais semicirculares para monitorar as direções do movimento do corpo. As pessoas sensíveis, quando andam de carro, por exemplo, recebem estímulos que movimentam excessivamente esse líquido no ouvido. Ao mesmo tempo, se os olhos focam cenários em movimento, ao invés de focar o horizonte estável, há um desequilíbrio. O cérebro recebe mensagens dos nervos afetados por este desequilíbrio e, por sua vez, manda uma mensagem para o estômago, resultando em náusea e possível vômito.

Como evitar:

  • Se medicar antes de partir (alguns anti-histamínicos são aconselháveis);

  • Observar o que come e o que bebe antes de viajar (sem excessos);

  • Focar a visão em algo estável;

  • Escolher o lugar certo para sentar (sentar em locais onde se tenha visão clara da estrada à sua frente);

  • Evitar odores de comida, cigarro ou perfume;

  • Evitar brinquedos que giram em parques de diversão.
REFERÊNCIA:

O GUIA COMPLETO DA SAÚDE, 2ª Edição, 2007.

Postado por: Mônica Kallyne

TPM (Síndrome da Tensão Pré-Menstrual)


A TPM se refere a uma variedade de sintomas físicos e patológicos que normalmente aparecem de uma a duas semanas antes do início do período menstrual, conhecido como a fase luteína.

Sintomas físicos e psicológicos da TPM

  • Depressão ou sensação de desesperança;

  • Ansiedade;

  • Mudanças significativas de humor;

  • Irritabilidade;

  • Diminuição de interesse pelas atividades normais;

  • Dificuldade de concentração;

  • Cansaço;

  • Mudanças de apetite;

  • Dormir muito, ou muito pouco;

  • Sintomas físicos: sensibilidade nas mamas, dor de cabeça, dor muscular ou nas articulações, ganho de peso e inchaço.

Um quarto das mulheres sofrem todos esses sintomas. As outras apresentam alguns deles, normalmente fracos, que sinalizam o início do período.
A causa da TPM é desconhecida. Uma teoria diz que a serotonina (substância química cerebral que regula o humor) é, de algum modo, afetado pela atividade hormonal nas mulheres com TPM. Mas a única certeza que se tem é que a TPM está relacionada ao ciclo menstrual, e não há como evitá-la.
Seus sintomas podem desaparecer dentro de um ou dois dias após o início da menstruação. Se forem intensos ao ponto de interferir na vida normal da mulher e em seus relacionamentos interpessoais, a melhor solução é procurar um médico.

Tratamento

O médico poderá recomendar algumas mudanças no estilo de vida da mulher, como manter uma agenda diária com informações sobre os ciclos menstruais, tentar praticar exercícios físicos, reduzire o estresse, eliminar cafeína, entre outro. Se essas mudanças não adiantarem, alguns medicamentos poderão ser prescritos, como anticoncepcionais, antidepressivos e um diurético chamado spironolactone.

REFERÊNCIA:

O GUIA COMPLETO DA SAÚDE, 2ª Edição, 2007.

Postado por: Mônica Kallyne

LESÃO ATEROSCLERÓTICA

A aterosclerose (ateromatose) é uma inflamação que leva a formação de ateromas dentro dos vasos sanguíneos. Podem ocorrer após a lesão do endotélio. Se o LDL é retido nas paredes vasculares, ele pode ser oxidado, o que recruta monócitos e macrófagos (células esponjosas) para a aérea, provocando uma resposta inflamatória, ocorrendo assim um processo de altos níveis de colesterol. A hipercolesterolemia (excesso de colesterol no sangue) pode ocorrer devido a distúrbios genéticos na síntese, transporte ou catabolismo do colesterol. Causas secundárias de hipercolesterolemia incluem o uso de determinados fármacos (progestinas, glicocorticoides ou anabolizantes), assim como a síndrome nefrotica, diabetes, lupus eritematoso sistêmico e hipotireidismo.
Com a evolução da aterosclerose ocorrem diversos eventos:
  1. aumento da deposição de cálcio e de células necróticas;
  2. surgimento de rupturas, fissuras e hemorragias da placa;
  3. a placa pode ulcerar e/ou se desprender;
  4. a exposição da subíntima ulcerada gera a deposição de plaquetas, coagulação sanguínea, trombose e eventual oclusão do vaso.


Fatores de risco
  • Hipertensão;
  • Diabetes melito;
  • Falta de exercício físico;
  • Obesidade;
  • Tabagismo.
Cuidados da enfermagem para pacientes com lesão aterosclerotica
  • Identificar os fatores de risco para doenças cardiovasculares nesses pacientes com aterosclerose e seguir as orientações de enfermagem para o auto cuidado desse paciente como objetivo de propor uma real avaliação da assistência de enfermagem prestada aos pacientes,promovendo assim sua reabilitação;
Para o paciente esse deve seguir as orientações medicas seguir as medidas como manter um peso saudável, ser fisicamente ativo e ter uma dieta rica em gordura insaturada e com baixo teor de colesterol. Além disso, deve-se ter sempre o controle da glicose sanguínea e evitar o tabagismo.

REFERÊNCIAS:
Dicionário de termos médicos,enfermagem e radiologia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aterosclerose
farmacologia – serie elsevier, pág 149

Postado por: Cícero Isaac

 

 

    PATOLOGIA CAUSADA PELA ACNE

    A acne, também conhecida vulgarmente como ‘espinha’, trata-se de um processo de inflamação crônica das glândulas sebáceas da pele, com erupção superficial provocada por superatividade e bloqueio das pequenas glândulas e folículos pilosos situados abaixo da superfície da pele. Em torno dela pode haver inflamações e o pus pode escapar da pele ou formar pequenos abscessos.

    Segundo o Dicionário de termos médicos, enfermeiros e radiologia, a acne surge em grande escala na época da puberdade, numa faixa etária de 12 a 20 anos de idade.

    As zonas mais afetadas são a testa, nariz, bochechas, queixo, podendo estender-se também ao ombro, peito ou costas. Por não ser uma doença contagiosa, não se estende alem da pele e pode ser tratada com higiene pessoal e alimentação adequada, mas existem outros tratamentos alternativos e mais rápidos. Em alguns casos a acne pode ser resultante de um foco de infecção dentaria, da sinusite, da inflamação das amídalas ou de qualquer transtorno menstrual ou glandular.


    O causador da acne é o Propionibacterium acnes, espécie que se alimenta da secreção produzida pelas glândulas sebáceas e que quando em contacto com os poros epiteliais promove a inflamação dos folículos pilosos, causando a acne. Esta bactéria está presente na pele da maioria das pessoas, vivendo em ácidos graxos nas glândulas sebáceas em sebo secretado por poros. Também pode ser encontrada em todo o trato gastrintestinal em humanos e muitos outros animais. Possui capacidade de gerar ácido propiônico.

    A etiologia da acne envolve diversas alterações fisiopatológicas:
    1. a produção de androgênio aumenta a atividade das glândulas sebáceas
    2. sebo (glicerídeos, ésteres graxos e colesterol) é produzido pelas glândulas sebáceas.
    3. os glicerídeos são metabolizados pelo propioniobacterium acnes em ácidos graxos, que causam inflamação.
    4. a obstrução do folículo e a descamação das células epiteliais foliculares podem exarcebar ainda mais a inflamação.

    A acne atinge a vida social do indivíduo profundamente, pois é justamente na fase da adolescência em que se definem as mais variadas relações sociais e o amadurecimento emocional e psicológico do ser humano. Desta forma, o apoio dos enfermeiros ajuda o paciente na hora do aconselhamento para que o mesmo possa ter uma melhor auto-estima, procurando orientar e conscientizar melhor o paciente, objetivando sua reabilitação. O enfermeiro deve, também, explicar sobre a existência de tratamentos eficazes para a cura que devem ser acompanhados por um dermatologista.

    REFERÊNCIAS:
    Fonte: farmacologia - serie elsevier


    Fonte: Dicionário de termos médicos, enfermagem e radiologia

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Propionibacterium_acnes

     
    Postado por: Cícero Isaac

    Hipertensão arterial.




    Ocorre quando os níveis da pressão arterial encontram-se acima dos valores de referência para a população em geral.





    Classificação:

       Categoria               PA diastólica (mmHg)      PA sistólica (mmHg)

    Pressão ótima                      < 80                             <120

    Pressão normal                    < 85                             <130

    Pressão limítrofe                  85-89                           130-139

    Hipertensão estágio1           90-99                            140-159

    Hipertensão estágio2           100-109                        160-179

    Hipertensão estágio3            ≥110                             ≥180

    Hipertensão sistólica isolada < 90                               ≥140

    A hipertensão arterial é considerada uma doença silenciosa, porque na maioria dos casos não são      observados sintomas. Quando eles passam a ocorrer, são vagos e comuns a outras doenças, tais como dor de cabeça, tonturas, cansaço, enjôos, falta de ar e sangramentos nasais. Esta falta de sintomas pode leva a  um grande número de complicações, porque o paciente acaba esquecendo de tomar o medicamento. Essas compliações estão relacionadas à uma série de doenças cardíacas, renais, cerebrais, etc. Para medir a pressão arterial, utiliza-se um aparelho chamado esfigmomanômetro. Agora sitarei alguns cuidaos ao realizar esse procedimento.
    • Antes de medir a pressão arterial, o paciente deve repousar 15 minutos em ambiente calmo e agradável.
    • Após exercícios, álcool, café ou fumo aguadar 30 minutos para medir.
    • A bexiga deve está vazia.
    • Não falar durante o procedimento.
    • Esperar 1 a 2 minutos entre as medidas.
    • E outros.
     A hipertensão arterial pode ou não surgir em qualquer indivíduo e em qualquer época de sua vida, mas algumas situações aumentam o risco. Não existe cura para a Hipertenão, más existe um controle eficaz, baseado no uso de medicamenos e na reformulação de hábitos de vida, permitindo então uma melhor qualidade de vida ao paciente.



    Referências:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertens%C3%A3o_arterial

    http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?244




    Postado por: Rodrigo Brandão.



    sexta-feira, 12 de março de 2010

    Doenças auto-imunes.

    INTRODUÇÃO
    Nós possuimos um sistema de defesa contra invasões externas denominado sistema imune. A complexidade desse sistema consiste exatamente distinguir os fatores que trazem danos ao organismo, o que faz parte do nosso próprio corpo e o que não faz.
    Durante nossa formação enquanto feto, nosso organismo começa a criar o sistema imune. O primeiro trabalho é reconhecer tudo o que é próprio, para mais tarde poder reconhecer o que é estranho e atacar.
    A Doença auto-imune ocorre quando o sistema de defesa perde a capacidade de reconhecer o que é "original de fábrica", levando a produção de anticorpos contra células, tecidos ou órgãos do próprio corpo.
    Existem várias doenças auto-imunes,as mais comuns são: Diabetes, lúpus, Hepatite e Anemia.
    DIGNÓSTICO
    É feito baseado no quadro clínico e na pesquisa dos auto-anticorpos no sangue. O prinicipal exame é a dosagem do FAN(Fator antinuclear). O Fator antinuclear é um exame de triagem das doenças auto-imunes.
    TRATAMENTO
    O tratamento para as doenças auto-imunes, consiste na inibição do sistema imune atravéz de drogas imunossupressoras como corticóides, ciclofosfamida, azatioprina e outros.


    REFERÊNCIA

    http://www.mdsaude.com/2008/10/doena-auto-imune.html


     Postado por: Rodrigo Brandão.

    domingo, 7 de março de 2010

    DOENÇA DE GAUCHER

    É uma doença genética e progressiva relacionada com o metabolismo dos lípidos (biomoléculas compostas por carbono, hidrogênio e oxigênio). Ela é causada por uma deficiência na enzima ß-glicosidase ácida, ou glicocerebrosidase, que é responsável pela digestão do glicocerebrosídeo.
    As células de Gaucher acumulam-se principalmente no fígado, no baço, no pulmão e na medula óssea. Também podem ser afetados os rins, os gânglios e a pele. Em menor escala registra-se o acúmulo nos tecidos do sistema nervoso central. Os órgãos que contêm tais células aumentam de tamanho, o que ocasiona manifestações clínicas de tipo e gravidade variáveis. Os sinais e sintomas variam de indivíduo para indivíduo.
    A Doença de Gaucher afeta 1 em cada 50.000 a 100.000 indivíduos e é herdada de uma forma autossómica recessiva.

    Classificação
    • Tipo 1 (não neuropática): é o mais freqüente, correspondendo a 95 % dos casos de Doença de Gaucher e afeta tanto adultos quanto crianças. Os sintomas de maior frequencia são hepatomegalia, esplenomegalia, hiperesplenismo com progressiva anemia, trombocitopenia e leucopenia. Esses sintomas podem está associados à fadiga, cansaço, plenitude gástrica pós-prandial e retardo de crescimento em crianças.
    • Tipo 2 (neuropática aguda): afeta lactentes com 4-5 meses de idade. Compromete cérebro, baço, fígado e pulmão. O quadro neurológico é grave, com múltiplas convulsões, hipertonia, apnéia e progressivo retardo mental. A evolução é rápida, com morte nos primeiros dois anos de vida.
    • Tipo 3 (neuropática crônica): afeta crianças e adolescentes. Compromete cérebro, baço, fígado e ossos. A evolução do quadro neurológico é variável, mas menos grave que o do tipo 2. Asobrevida chega até 20 a 30 anos. 



    REFERÊNCIAS

    Postado por:  Emerson Oliveira